Uniube inaugura espaço no Fórum de Uberaba dedicado ao acolhimento de vítimas de violência doméstica
A Uniube oficializou a parceria com o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), por meio da inauguração de um espaço de acolhimento voltado a mulheres vítimas de violência doméstica, no Fórum de Uberaba. A iniciativa busca fortalecer os princípios do Sistema Jurídico Antifeminicídio, que prevê ações de repressão à violência e de construção de novas perspectivas de vida para as vítimas.
Após a inauguração, foram realizadas palestras no Salão do Júri, com a participação de desembargadores, juízes e promotores de Justiça engajados na causa. Entre os participantes estavam a secretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Anna Maia Jorge; as magistradas de Araguari, Ana Maria e Elia Marco Antônio; o juiz de Direito de Patos de Minas, Rodrigo Carvalho Assumpção; e o juiz de Frutal, Thales Cazonato Corrêa.
Também participaram da solenidade a Pró-reitora de Ensino Superior, professora Heliodora Collaço; a diretora do curso de Direito, Andréa Queiroz Fabri; e a professora do curso de Psicologia Juceli Rodrigues. Segundo a Pró-Reitora, um dos pilares do projeto é a conscientização dos agressores, medida já comprovada como eficaz na redução da reincidência, que, em alguns estados, caiu de 20% para 4%.
"O espaço abrigará diversas atividades que poderão ser desenvolvidas não apenas por profissionais do Tribunal, mas também por estudantes e docentes dos cursos de Psicologia, Direito, Pedagogia, entre outros. Essa é uma iniciativa que une acolhimento, orientação e educação, ao promover uma atuação interdisciplinar em prol da proteção e do fortalecimento dessas mulheres", pontua Heliodora.
A diretora do curso de Direito, Andréa Fabri, afirma que a iniciativa possibilita unir teoria e prática em uma causa de grande impacto social, que possibilita orientação e cidadania. "A participação do curso nesse projeto reforça o compromisso da Uniube com uma formação jurídica humanizada, ética e socialmente responsável. Mais do que compreender as leis, é fundamental que nossos alunos desenvolvam sensibilidade para atuar diante de situações de vulnerabilidade e violência", finaliza.
Pâmela Rita