Projeto de extensão Agro e Saúde monta canteiros de plantas medicinais em Unidade Básica de Saúde | Acontece na Uniube

Projeto de extensão Agro e Saúde monta canteiros de plantas medicinais em Unidade Básica de Saúde

10 de junho de 26
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O projeto de extensão da Uniube "Agro e Saúde" realizou, recentemente, uma ação para a implantação de canteiros de plantas medicinais na Unidade Básica de Saúde (UBS) Romes Cecílio, no bairro Morumbi. A iniciativa foi viabilizada em parceria com o projeto "Farmácia Vida", da Prefeitura de Uberaba, e tem como objetivo atender às demandas da comunidade, além de conscientizar a população sobre a fitoterapia e o cultivo de espécies medicinais. 


Na ocasião, foram plantadas mudas de capim-cidreira, utilizado tradicionalmente para cólicas intestinais e uterinas e quadros leves de ansiedade; gengibre, indicado para enjoo, náuseas e vômitos na gravidez; melissa, usada em casos de cólicas abdominais e quadros leves de insônia; e boldo, utilizado para auxiliar em distúrbios digestivos. 


A coordenadora do projeto "Agro e Saúde", Tatiana Reis, afirma que ações como essa fortalecem os conhecimentos tradicionais repassados entre gerações sobre o uso de plantas medicinais e contribuem para ampliar as possibilidades de cuidado oferecidas na UBS. "As políticas públicas promovem, de forma segura, o acesso a plantas medicinais com base em pesquisas científicas, uma vez que a integração entre ciência e tradição fortalece a cultura local da comunidade. O projeto também visa promover a formação prática dos estudantes de Agronomia, por meio do cultivo sustentável dessas plantas", pontua. 


A estudante, Sabrine dos Reis Costa, destaca a importância da iniciativa para a comunidade e para a formação acadêmica dos alunos envolvidos. "É uma alegria fazer parte de um projeto desenvolvido por nós, estudantes de Agronomia, que promove aprendizado, integração e valorização das plantas medicinais. Percebemos os efeitos positivos que esse conhecimento pode gerar para a saúde e o bem-estar da população". 


Para a farmacêutica e coordenadora do Programa Farmácia Viva, Gabriela Vizzotto Gomes Facure, a participação dos estudantes fortalece a iniciativa e amplia o alcance junto à população. "A implantação do cultivo de plantas medicinais contribui com conhecimentos técnicos essenciais para o desenvolvimento do projeto. Além disso, desempenha um papel relevante na ampliação do conhecimento da população atendida nas unidades de saúde, ao valorizar o uso racional das plantas medicinais", ressalta. 


Pâmela Rita