Projeto "Amizade Compatível" realiza ação de conscientização sobre doação de sangue no Tiro de Guerra
A coordenadora do projeto de extensão "Amizade Compatível" da Uniube, Maria Theresa Cerávolo, e os alunos Davi Salomão e Maria Clara Aguiar promoveram, nesta terça (17/03), uma ação de conscientização sobre doação de sangue e medula óssea no Tiro de Guerra de Uberaba. A iniciativa, realizada duas vezes ao ano, tem como objetivo desmistificar mitos sobre as doações, além de esclarecer dúvidas sobre os componentes do sangue e o papel da medula óssea no corpo humano. A atividade foi direcionada a cerca de 200 atiradores.
Segundo Maria Theresa, a proposta é acompanhar os participantes em diferentes etapas de conscientização. "No primeiro momento, orientamos para que eles realizem a tipagem sanguínea, compreendam a importância desse processo e nesse momento já podem fazer a doação de sangue. No segundo encontro, abordamos a fidelização e a importância de se tornarem doadores regulares. Atualmente, o Hemocentro enfrenta níveis críticos em diferentes tipos sanguíneos, o que torna fundamental a mobilização de mais doadores", pontua.
Como continuidade das ações, Maria Theresa afirma que está prevista a realização de uma nova atividade no campus da Uniube, com a presença da equipe do Hemocentro. "Essa iniciativa está prevista para o início de abril e visa realizar o cadastro de doadores de medula óssea junto à comunidade acadêmica. Será uma oportunidade para ampliar ainda mais essa rede de solidariedade", adianta.
Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50 kg e estar em boas condições de saúde. Já para realizar o cadastro de doação de médula óssea, o critério é ter entre 18 e 35 anos. Os interessados podem comparecer ao Hemocentro de Uberaba, localizado na Avenida Getúlio Guaritá, nº 250.
O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h, e aos sábados, das 07h às 11h30. Caso o doador informe que teve o conhecimento da ação pela Uniube, as bolsas doadas serão destinadas à contabilização de reposição do Hospital Universitário Mário Palmério.
Pâmela Rita