Projeto Amizade Compatível e Arfa fazem palestra pelo Dia de Conscientização da Anemia Falciforme

23 de março de 18
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Em prol do Dia Estadual da Conscientização da Síndrome da Anemia Falciforme, comemorado na terça-feira (20), a Universidade de Uberaba (Uniube) recebeu uma palestra ministrada pelo responsável técnico do Hemocentro de Uberaba, médico hematologista Ricardo Olivo, intitulada: Importância dos Estoques de Sangue para os Pacientes Falcêmicos. O evento foi promovido pelo Programa de Extensão da Uniube, “Amizade Compatível”, em parceria com a Associação Regional dos Falcêmicos (ARFA)


A doença falciforme é hereditária e se caracteriza pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue. Os sintomas incluem, principalmente, crises dolorosas nos ossos e articulações, associadas geralmente ao clima, infecções, desidratação, gravidez e problemas emocionais.


Para a coordenadora do Programa e da Extensão da Uniube, professora Maria Theresa Laguna Abreu, a conscientização sobre a doença é de extrema importância tanto para os alunos da saúde, como para quem precisa de tratamento. "Esta data foi instituída para que profissionais de saúde tenham mais respeito durante o atendimento aos pacientes com doença falciforme, uma vez que neste dia um amigo da Arfa perdeu a vida por falta de informação dos profissionais que o atendiam. Além disso muitos currículos de cursos da área da saúde a nível nacional não contemplam com ênfase a doença e suas complicações clínicas, o que prejudica a assistência ao doente”, afirma a coordenadora.


A aluna de Medicina participante do Projeto Amizade Compatível, Ana Júlia Borges Cortez, afirma que o evento foi de grande valor e que, hoje, o principal objetivo do programa é a fidelização dos doares, conforme reforçado pelo hematologista Ricardo Olivo durante a palestra. “Nós do Projeto nos certificamos da importância de trabalhar a fim do nosso objetivo. A participação da Associação Regional dos Falcêmicos de Uberaba fez com que nós ouvintes pudéssemos conhecer melhor a respeito da Associação e entender a realidade desses pacientes portadores de Anemia Falciforme, nos aproximando da realidade deles”, finalizou a graduanda.