Pesquisa e extensão no campo das engenharias podem resultar em melhorias no tratamento de doenças por meio de Realidade Virtual

30 de julho de 19
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Os alunos do curso de Engenharia da Computação da Uniube Uberlândia realizaram uma visita no setor de Hemodinâmica do Hospital de Clínicas da cidade. O objetivo foi conhecer as salas de cirurgias onde são realizados os exames de Cateterismo Cardíaco e Angioplastia, bem como os equipamentos utilizados para esses procedimentos. A visita faz parte das atividades realizadas pelos integrantes do projeto de Iniciação Científica “Desenvolvimento de Aplicações da Realidade Virtual Aumentada para Cateterismo Cardíaco e Angioplastia”.


O projeto visa desenvolver uma aplicação para o treinamento de diagnósticos e exames referentes ao Cateterismo Cardíaco e Angioplastia por meio do uso de Realidade Virtual. Através da aplicação o usuário poderá ficar imerso em uma simulação que deverá realizar todo o procedimento necessário para o exame de cateterismo. Ele ainda acompanhará e controlará o cateter em todo o percurso dentro da artéria até o coração, verificando possíveis danos internos e anormalidades. Com isso, ganhará experiência antes de realizar o procedimento real. Para a coordenadora do projeto, professora Luciene Chagas de Oliveira, visitas como essa são importantes para que todos possam conhecer um ambiente real de cirurgia cardíaca e tirar fotos para a reprodução em ambientes 3D.


De acordo com um dos integrantes da IC, Victor Carvalho Victorino, a visita superou as expectativas. “Todos são muito receptivos, tive liberdade de fazer perguntas pertinentes e obtive respostas claras. Presencialmente, pude entrar em uma sala cirúrgica e observar de perto aparelhos tecnológicos de última geração que auxiliam os médicos em suas cirurgias de angioplastia. Depois desta visita acredito que o projeto se tornou bem mais completo e abrangente. Existe uma nova visão que faz a junção da teoria com a experiência dos que trabalham na sala cirúrgica".


Já o aluno Pedro Daibert, também integrante do projeto de IC, ressalta a importância dessa experiência para o prosseguimento da pesquisa que realizam. “Conseguimos obter todas as informações e imagens necessárias para que possamos dar continuidade ao nosso projeto e assim conseguir construir uma realidade virtual aumentada em 3D”.