Medicina Uniube participa do Teste de Progresso pela primeira vez

11 de outubro de 19
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Trinta Universidades participaram, presencial e simultaneamente, do Teste de Progresso, uma avaliação nacional para os cursos de Medicina que analisa o desempenho cognitivo dos estudantes durante a graduação e avalia também o desempenho do próprio curso, o que possibilita a implementação de ações para melhoria contínua. Na Uniube, participaram cerca de 800 estudantes do 1º ao 12º períodos, voluntariamente. A prova é composta por 100 questões de múltipla escolha, das áreas: Saúde Coletiva, Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia/Obstetrícia e Cirurgia.


Do total de 340 escolas Médicas no Brasil, apenas 90 estão inclusas para a realização do exame. “Esse tipo de avaliação ocorre no Brasil há 10 anos, através de consórcios compostos por diferentes escolas médicas. É uma avaliação formativa, longitudinal e positivamente avaliada dentro do contexto da Educação Médica”, explica a coordenadora do curso de Medicina da Uniube, Daiene Moreira Pereira.


A Uniube participou pelo “Consórcio Paulista”, composto por escolas do interior dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. “Essa avaliação tem dificuldade de concluinte, o que quer dizer que um aluno que está para se formar deveria conseguir responder às questões da prova. Todos os alunos fazem a mesma prova, e, conforme vão avançando no curso e respondendo às provas anualmente, eles podem conferir o seu progresso”, continua.


O teste possibilita ainda um diagnóstico da fase inicial do curso, primando pela qualidade do ensino e identificação de problemas potenciais com as áreas de conhecimento avaliadas. “Também treinar estudantes, com vistas aos processos seletivos e avaliativos dos quais participarão, como, por exemplo, residência médica; Valorização do currículo dos estudantes que participam do Teste de Progresso: várias escolas médicas, inclusive grandes escolas que participam desse tipo de processo, pontuam o currículo para a residência, de candidatos que participaram desse teste”, finaliza a coordenadora.