IV Congresso de Saúde Uniube alcança média diária superior a 3 mil participantes
Evento foi realizado em formato híbrido e contou com a participação da sexóloga e psicóloga Laura Muller na abertura oficial
Por Vander Souza
Entre os dias 19 e 23 de outubro, a Uniube realizou no Campus Aeroporto, em Uberaba (MG), o IV Congresso de Saúde Uniube. Durante os cinco dias de programação, o evento alcançou uma média diária superior a três mil participantes.
A abertura oficial foi marcada por uma palestra ministrada pela sexóloga e psicóloga Laura Muller sobre o tema "Corpo, desejo e saúde mental na era das redes sociais: como os futuros profissionais de saúde podem acolher dúvidas e enfrentar a desinformação sobre sexualidade".
"É fundamental abordar a sexualidade porque ainda é um tema tabu na nossa cultura e a sexualidade perpassa variadas disciplinas. Então, trazer uma sexóloga para o Congresso de Saúde tem tudo a ver. Justamente por sexo ser um assunto tabu, nós precisamos buscar informação. A gente precisa se informar para ver e rever conceitos e preconceitos para ser uma pessoa mais tranquila com a própria sexualidade", destaca Muller.
Realizado por meio da integração dos cursos de Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição e Odontologia ofertados pela Universidade, o IV Congresso de Saúde Uniube contou com palestras, mesas-redondas e oficinas com profissionais da área da saúde.
"A saúde está em constante transformação. E o futuro dessa transformação começa com conhecimento, ciência e colaboração. O IV Congresso de Saúde Uniube foi um encontro de experiências, inovação e aprendizado, conectando diferentes áreas em torno de um propósito: transformar vidas por meio do cuidado", pontua a gerente da Vertical de Saúde da Uniube, Lilian Montanari.
Nesta edição, o evento teve como tema central "Saúde e Ciência: cuidado e performance para transformar vidas". Nesse contexto, a Pró-Reitora de Ensino Superior da Uniube, Heliodora Collaço, destaca que a programação do evento contemplou temáticas que evidenciam a diversidade das necessidades humanas relacionadas à saúde.
A docente complementa que nenhuma profissão da área da saúde consegue responder de forma isolada a toda a complexidade das necessidades humanas ligadas à saúde. Dessa forma, o cuidado integral exige diálogo, cooperação e complementaridade entre diferentes áreas do conhecimento.
"Essas discussões demonstram que a qualidade da assistência depende tanto do aprofundamento dos conhecimentos específicos quanto da capacidade de atuação integrada entre os profissionais. Ao trazer essa temática para o ambiente universitário, reafirmamos que a excelência profissional exige a articulação permanente entre ciência, competência técnica e humanização. O verdadeiro sentido da ciência na área da saúde está em sua capacidade de proteger, cuidar e transformar vidas", finaliza Heliodora Collaço.