Hemocentro Móvel: Mais de 50 bolsas de sangue são coletadas na Uniube

25 de abril de 18
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Colaboradores e alunos movimentaram o bloco S da Uniube para a doação de sangue e cadastro de medula óssea, na quarta-feira (25). A ação, que traz o hemocentro para dentro do campus, é promovida pelo projeto de Extensão Amizade Compatível e resultou em 30 novos cadastros de doadores de medula óssea e 52 bolsas de sangue coletadas.


De acordo com a integrante do projeto e estudante de Medicina, Claire Rodrigues Heinerich, o projeto visa conscientizar a população, neste caso acadêmica, para a importância da doação de sangue e do cadastro de medula óssea. “O hospital tem que ter esse estoque de sangue para fornecer à pacientes em caso de emergência e, além disso, é muito importante para doenças hematológicas, existem pessoas que dependem da transfusão sanguínea para ter uma qualidade de vida”, afirma a estudante.


Ainda segundo a graduanda, muitas pessoas têm medo da doação e o projeto tenta mostrar os benefícios que a ação traz para a população. “Quando você convive com pessoas que precisam do seu sangue para sobreviver, você sente a dor da pessoa, você vê o quão importante é essa doação. Te dá outra visão, e no meu caso, que tenho interesse em Onco-Hematologia, é muito gratificante fazer parte desse projeto”, completa.


A colaboradora Samara Augusta Ferreira enaltece a facilidade e os benefícios que a vinda do Hemocentro proporciona: “Eu acho muito importante você salvar vidas. Acredito que todos que podem doar, devem fazer. E acho ótima a vinda do hemocentro aqui no campus, já que têm muitos trabalhadores que não conseguem ir até lá e agora podem doar aqui na Uniube”.


Para o aluno do curso de Agronegócio, Bruno Leite Barbosa e para a aluna de Medicina, Mariana Miranda Borges, é uma grande satisfação poder ajudar o próximo. “Além estar inserida nessa área de saúde, a gente percebe que as doações são bastante precárias, então qualquer esforço feito já vai ser muito importante e diferencial para alguém. E, às vezes, não doamos por comodismo, achamos que é difícil ir até o Hemocentro, então trazendo ele para cá, não tem desculpa”, complementa Mariana. “Acho que pensar no próximo é muito importante. E com a ação no campus fica ainda mais fácil doar”, finaliza Bruno.