Granja Marileusa: Uniube Uberlândia inicia 2018 em novo campus

12 de janeiro de 18
1 / 2
2 / 2

A Uniube da cidade de Uberlândia já está atuando no novo campus que fica localizado no bairro Granja Marileusa. Os cursos de engenharia e de Educação a distância, que funcionavam no campus da avenida Rondon Pacheco, começarão as aulas em fevereiro de casa nova.


A estrutura do Granja é adequada para o funcionamento dos cursos e, por isso, não serão feitas modificações, apenas expansões. Nesse primeiro semestre está previsto o acolhimento de aproximadamente, 1.100 alunos dos cursos de graduação e, posteriormente, pós-graduação, nos turnos matutino, vespertino e noturno. “Esse novo campus evidencia o verdadeiro ecossistema de inovação e empreendedorismo oferecido pela localidade", afirma Marcos Eduardo Tanner, pró-reitor adjunto da Uniube Uberlândia. 


Para o reitor da Uniube, Marcelo Palmério, a parceria é uma importante página escrita em 70 anos de história da Uniube. “A parceria firmada com o Granja Marileusa sacramenta a união entre o conhecimento e o novo modelo de desenvolvimento tecnológico. Essa iniciativa irá possibilitar a atuação dos nossos pesquisadores em importantes projetos, além de apresentar um excelente campo de aprendizado prático para os nossos alunos”, afirma.


 Estudantes e professores aprovaram a parceria


“Toda mudança gera movimento e nos obriga a sair da nossa posição de conforto, a evoluirmos”: é como avalia Moisés Keniel, professor dos cursos de engenharia. Para ele, a mudança colocará em conexão, ainda, teoria e prática, além de trazer mais conforto para a comunidade acadêmica.“Será uma oportunidade de aliarmos a teoria e a prática de maneira inovadora. O novo campus contará ainda com instalações mais confortáveis e adequadas ao ensino superior, teremos amplos espaços de convívio, salas confortáveis e estacionamentos amplos”, conta.


O estudante de Engenharia Civil Alex Freire, considera a mudança de campus um desafio positivo, uma vez que os alunos tendem a ganhar com a nova estrutura. “Como toda mudança, essa também será um desafio, mas positivo, pois a estrutura representa um ganho em relação ao atual Campus Rondon e uma melhoria na qualidade do processo ensino-aprendizagem, já que o espaço físico interfere diretamente em alguns fatores que promovem a aprendizagem”, afirma.