Alunos de Residência Multiprofissional apresentam trabalhos de conclusão no MPHU

21 de fevereiro de 17
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Ansiedade ao apresentar e tranquilidade em saber que todo o esforço valeu à pena. Estes foram os sentimentos das residentes Ellen Carleto, de enfermagem, e Laressa Pacheco Lucas, de fonoaudiologia, ambas conseguiram nota dez nos trabalhos apresentados na conclusão do Programa Institucional de Residência Multiprofissional da Universidade de Uberaba (Uniube). “Nossa é muito emocionante. Foi gratificante ter conseguido essa nota, foi um trabalho muito difícil de ser realizado, por abordar médicos, ver a carga horária deles. Mas foi muito gratificante, graças a Deus, deu tudo certo. ”, explica com emoção a fonoaudióloga.      


As apresentações dos alunos do Programa Institucional de Residência Multiprofissional foram realizadas, na última sexta-feira (17), no anfiteatro do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU). Foram, ao todo, seis trabalhos apresentados e pontuados com sucesso por residentes das áreas de enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e odontologia.


“É a segunda turma que a gente está formando hoje de residência. São trabalhos que a gente consegue aplicar para a melhoria de qualidade de assistência no hospital, isso para a gente é muito importante. Estamos com uma expectativa muito alta para os outros que virão, são todos desenvolvidos no hospital”, explica a coordenadora do Programa, professora Mariana Marquez.


A Residência promove a organização de todo o sistema de saúde a partir da atenção primária, articulando e integrando os três níveis de atenção, o individual e o coletivo, o clínico e o epidemiológico, o biológico e o social. “Trata-se de uma proposta que visa preparar e especializar profissionais para a atuação no SUS, buscando desenvolver aprendizagens para a atenção integral à saúde, que venham se traduzir em acolhimento aos usuários, estabelecimento de vínculos terapêuticos, responsabilização pelo cuidado à saúde, ampliação permanente da resolutividade da ação assistencial e estímulo continuado à autonomia das pessoas na proteção a sua saúde”, ressaltou a coordenadora.


Para a enfermeira Ellen Carleto, a prática que a residência proporcionou foi além das expectativas e superou o aprendizado que teve enquanto graduanda e mesmo depois de formada. “Esses dois anos de prática fizeram com que eu me sentisse mais completa em relação à assistência de enfermagem, o cuidado com o paciente. E foi um período de muito aprendizado. São doze horas, acaba que passamos mais tempo aqui do que em casa, apesar de ser cansativo, a gente aprende muito”, completa a enfermeira Ellen.